sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Lembram da Mesa Palhaço e poder?

pois é ainda tá dando o que falar: leiam o post anterior e essa resposta do Márcio Libar.


Meu Caro

Lendo seu depoimento, tive varias sensações, pois também tenho meus questionamentos em relação aos rumos que os “Anjos do Picadeiro” têm tomado e da proporção que essa espécie de “movimento dos palhaços” tem adquirido no Brasil nos últimos anos.

Porém, como você não teve a virilidade de se apresentar, de dizer quem você é e o que faz, eu não sei se estou respondendo a um comunista de 70 anos, ou a um jovem rebelde e ressentido que ainda procura culpados para justificar seus fracassos e frustrações pessoais.

Como você, ao invés de afirmar seu trabalho e ser a FAVOR das coisas que você acredita, preferiu ser CONTRA o outro, inclusive se referindo a mim de forma pouco gentil, vou aqui chamá-lo de “intelectualóide esquerdopata”, pois quando não conheço a pessoa prefiro tratá-la pelo padrão de comportamento.

Meu caro, pela maneira com que você se referiu a mim como alguém que vive sob as asas do capital, reacionário, com sede de poder e vendedor de camisas, é possível que saiba muito pouco sobre mim e sobre meu trabalho. Cabe a mim então, atualizá-lo.

Tentarei responder-lhe como artista, pois esta é a forma que escolhi para me manifestar nesse mundo, e sabe por quê? Porque o único território realmente LIVRE que conheço é o espaço da minha criação que a arte possibilita. Por isso posso transitar tranquilamente pelo Stand up ao palhaço Cuti-Cuti, pela cena teatral, cinema, TV e até pela literatura. E que tirano haveria de me impedir, você?


Não, meu caro esquerdopata, eu não vendo camisas, porque não as produzo, o que eu de fato produzo, é conhecimento. Este sim é o único capital que tem me sustentado até hoje. Minha oficina A Nobre Arte do Palhaço já foi feita por mais de duas mil pessoas, de favelados a empresários do mundo coorporativo, de artistas anônimos a astros de cinema e TV.

Meu espetáculo O Pregoeiro já foi visto por mais de 20 mil espectadores, seja nas ruas, seja nas lonas, praças ou em algumas temporadas em teatro. Meu livro A Nobre Arte do Palhaço, (edição do autor) vendeu duas mil cópias em várias partes do Brasil e antes que você diga que teve patrocínio eu digo que a PETROBRAS viabilizou os primeiros mil exemplares, os outros foram investimentos diretos meus. Já estou partindo para a terceira tiragem, mas me falta grana.

O meu Ateliê do Riso, criado há um ano, em nove meses realizou três cursos por onde passaram 60 atores em estágio profissional e de onde saíram cerca de vinte e cinco números de qualidade e de diversos gêneros de humor, que hoje já se apresentam em vários lugares da cidade.

Todos esses resultados eu cobro diretamente do beneficiário e não me mantenho sob as asas de nenhum patrocínio. Esse sim é meu poder mais legítimo, o poder da sustentabilidade, baseada única e exclusivamente na excelência que meu trabalho adquiriu ao longo destes vinte e três anos de carreira.

Criei o Clube de Teatro Teatro Gláucio Gill, que continuará no Teatro do Planetário da Gávea (espaço conquistado através de edital público), não sou remunerado como gestor, mas esse projeto abriu espaço e oportunidade para centenas de jovens artistas.

Fui Coordenador de Teatro de Rua e Circo durante seis anos e entreguei o cargo assim que percebi que não teria verbas para trabalhar. Abri mão de um soldo de três mil e quinhentos reais, sabe por quê? Para me manter livre, parceiro.

Digo isso por entender que o único território ao qual a arte deve obedecer, é o território da liberdade. Pois, a arte se alimenta das contradições humanas e não exige a coerência dos discursos políticos e pedagógicos. As classificações e definições, eu deixo para os cientistas.

Minha visão de mundo me faz crer que uma arte “atrelada”, ou seja, por exemplo: uma arte de camponês, uma arte de favelado, arte de gênero feminino ou masculino, arte GLBT, corre um sério risco de ser menor. Não pela falta de técnica ou tecnologia, nem pela falta de incentivos e apoios do Estado, empresas ou da mídia. Mas pelo simples fato da arte, nesse caso, estar a serviço de uma VERDADE ÚNICA e ABSOLUTA. Desta forma, o artista abre mão da liberdade de atirar em quem quiser, até da liberdade de poder atirar em si mesmo.

Para concluir, meu caro intelectualóide esquerdopata, liberdade é algo que talvez você não conheça tão bem o quanto você imagina. Seu texto é preconceituoso, magoado e ressentido. Tem como único papel policiar, acusar, julgar e condenar artistas sem direito à defesa, ao melhor estilo tirânico e fascista. Fez tudo isso em nome de uma suposta democracia sem se dar conta da própria arbitrariedade.

Não sei se te conheço pessoalmente, mas pessoas como você eu conheço aos montes. Pessoas que julgam projetos como o da CUFA, do Afroreggae e do Crescer e Viver, trabalhos vendidos pro sistema. Que MV Bill é vendido porque Falcão Meninos do tráfico passou no FANTÁSTICO, que acham filmes como Tropa de Elite e Cidade de Deus, coisa de burgueses brancos, que o presidente Barack Obama é um preto de alma branca, e que o governo Lula é neoliberal.

Afinal de contas, você ainda fala de mal dos meios de comunicação de massa em plena época de internet. Ou será que você também é contra esse fato? Caso você não abomine a internet, sugiro que você busque duas coisas no Google: “Novo Clube de Paris” e Baderna TAZ (zonas autônomas temporárias) para que você possa entender que eu acredito menos nas revoluções e mais nas insurreições e levantes. Pois as revoluções criam novos estados, leis e tiranos. Eu sou livre e nesse caso, prefiro ser “ladrão Pirata”, do que “traficante dono de firma”.

O que você não percebe meu caro, é que para falar bem da feijoada, não precisa falar mal da lasanha, certo? Esse tipo de posição reativa contribui muito pouco para a reflexão, para a produção de conhecimento. É pouco inteligente e no mínimo deseducado e deselegante. Gentileza e respeito pelas diferenças, o capital intangível. Este sim, este sim, está, para mim, acima de qualquer capital material.

Mas isso é apenas a introdução, se estiver interessado em avançar, pesquise e leia o que te sugeri e pode mandar que aqui ainda tem muita munição pra gastar. Pois eu sou livre e não negocio minha liberdade com nenhum patife. Ainda que este patife seja eu mesmo.

@xé
Marcio Libar

6 comentários:

Joana * realizo disse...

sei que cutucam e o cara rebate
mas esse comentário avacalhando o anjos do picadeiro é a coisa mais ridícula e invejosa que vi nos últimos tempos.... vergonhoso qualquer pseudo defensor da arte sem contra um evento cultural gratuito de altíssima qualidade... HIPOCRISIA FEDE!!!

Véu disse...

Olá Anjos,
Olá bloggeiros, olá clowns, olá palhaços.
Que bom o movimento de discussão, que pena que foi tão mal interpretado.
Marcio Libar, achei que a postagem ficava assinada com meu id da google, inclusive com link para o blog. Pois q não, acho que já fomos apresentados, inclusive pq vc estava dirigindo o cabaret de encerramento do encontro interplanetário, em BH, sou Flávio Louzas, o palhaço Bartolomeu, ex-cia losna, de Ouro Preto MG.
Minha consideração sobre sua posição na mesa de 2006, quando a chamei de reacionária, trata justamente desse abarcamento que o sistema do capital vem criando para render o artista às seduções do "sucesso", prescrito em cartilhas, medio em curriculo e parcerias famosas.
Se ficou parecendo que sou contra O anjos, O evento, quero que isso se desfaça. Sou muito grato à possibilidade do encontro, até desse blog estar no ar rolando esse tipo de debate. Apenas fazia referencia à situação de reificação e guerra silenciosa que estamos nitidamente perdendo, toda vez que a PtroBrás sai como boa contribuinte e legitima os parametros de cidadania, que preveem silencio, humilhação, pobreza e tuo o mais que sei que todos que estão lendo isso são contra. Legitimar o estado de guerra por outros meios, seja assinando a carteira de trabalho, seja acreditando no sucesso midiático, seja dando aula na escola municipal.
estamos o tempo todo dizendo sim para o sistema, e se na espetacularização do palhaço não houver resistencia à massificação
onde haverá?
E à Joana, repito: não sou contra o evento, também admiro muito a ocasião de encontro e a possibilidade de debate. Sobre hipocrisia, estou tentando ao maximo deixar claro que o assunto é esse: hipocrisias a que somos forçados a aceitar, como ideia dominante de o q significa produzir objeto cultural "d qualidade".
E Marcio Libar, peço desculpas se te deixei bravo, mas a ideia era um pouco remexer o assunto pra ver se ainda fedia como fedeu.Qe bom, que fede!Isso só pode significar que a ideia de elipse ta mais do que urgente! Sobre os nomes que me chamou ou precipitações sobre o que eu acho e deixo de achar sobre o Mv Bill ou Tropa de Elite, conversamos num momento de mais lucidez sobre o tema...
Mas acho q o campo está se tornando quase religioso, e realmente não gostaria de ser taxado pela voz dos "donos da casa". Espero que possamos conversar por meios mais arcaicos, como a conversa e que outras pessoas participem do debate.
Atire toda sua munição Libar,
eu estou desarmado mas acredito nakele cara que disse meio triste:
"Ainda será preciso falar até o momento em que os fatos nos permitam que nos calemos".

Ieda disse...

Agora que sei quem você é, fico aliviado. Até pelo respeito q tenho por ti e a todos aqueles que vêm tentando entender essa nobre arte.



Porém, depois que li essa sua tréplica, aproveito para reiterar e afirmar tudo que eu disse. Continuo achando sua posição ressentida e maniqueísta. Você acredita em teorias da conspiração, acredita no bem e no mal.



Eu respeito essa visão de mundo, nem vou dizer que discordo porque ultimamente não tenho me dado ao direito de discordar de nada, nem de nenhum sistema. Eu apenas tento transformar minha indignação em pratica criativa. Crio piadas, não teorias.



Tenho tentado apenas me preocupar com o HOJE, que vem depois do ONTEM e antes do AMANHÃ. Porque como palhaço, eu não pretendo me levar a serio. Procuro não afirmar verdades absolutas sem que antes eu exponha meus ridículos e minhas contradições.



Hoje, aos 43 anos, desisti de falar mal do mundo para falar mal de mim. Já agredi muita gente parceiro, Quem eu quis e quem não quis. Até sacar que o inadequado era eu mesmo, e que ninguém tinha culpa disso, nem eu. Só então, consegui me desprender dos meus DRAMAS PESSOAIS e cair definitivamente na COMÉDIA.



Hoje em dia, não consigo ridicularizar ou desqualificar ninguém que não seja eu mesmo. Até porque sou muito vaidoso pra dar essa moral à outra pessoa ou coisa que valha. Principalmente depois que descobri e aceitei que minha mediocridade é a principal matéria prima da minha criação.



Assim como você, eu também quero uma sociedade livre de sistemas tirânicos, mas quero principalmente um ser humano totalmente livre de amarras conceituais que gerem preconceitos, seja no corpo físico, psíquico, espiritual ou químico.



A liberdade de expressão é talvez o mais básico e nobre dos direitos humanos e que por isso mesmo está presente em todas as constituições. Eu teria seria receio de ser comediante num sistema governado por você. Eu poderia ser caçado e preso.



Mas tem uma coisa que eu sei que não quero em hipótese alguma nessa vida, que é ter que me levar a sério. Isso pra mim é intolerável. Não só porque estaria traindo o Artigo Primeiro da Palhaçaria. Mas como isso também significaria uma forma de prisão para alguém que se pretende livre como eu.



Escolher uma única visão de mundo é ignorar que existe toda uma gama de possibilidades a serem descobertas, inventadas, criadas. E isso, em última instancia, é estar preso.



Nietzsche dizia: "Ri melhor quem ri de si". E se você me permite um toque de palhaço pra palhaço (É só um toque e não uma verdade absoluta, ok)? Olhe mais pra si, fale mais de si, do quanto és rigoroso e bélico (ao contrario do desarmado que você se diz ser).



Quando tu fizeres isso verás o quanto ridículo és. Tente rir disso. Tente rir da sua seriedade, talvez aí, a partir do lugar do idiota (idiota pra nós é um elogio) você consiga enxergar que o seu maior oponente, aquele que te imobiliza, que te limita e te trai, é você mesmo. Ria disso.



Por enquanto é isso meu caro Lousas. Sempre quis trocar uma idéia com você pessoalmente, sem pressa e tranqüilo. Inclusive te considero um bom palhaço. Espero que aqui tenhamos aberto essa possibilidade.



Façamos o seguinte: Você tem o direito de mais uma resposta publica sem um rebate meu. Mas me trate com carinho, viu? Porque se você bater eu gamo.



@xé

Marcio Libar

Véu disse...

Espero mesmo que a resposta seja pública,Blogada e recomentada, pois depois de uma semana turbulenta dessas parece que a coisa saiu um pouco do descontrole e atingiu uma histeria senil, quase bossa nova...não vamos chorar nem gamar, e espero que mais pessoas adentrem a conversa, mesmo pq é pra isso o espaço.

Será que nenhum blogueiro aí da trupe sabe publicar no yu tubi os vinte minutos de conversa de cada um do pessoal do seminário? Acho que essa agilidade
da internet e a capacidade de armazenar quanta bobagem nós precisarmos esclarecer, currículos, reclamações e sugestões deveria ser melhor aproveitada...eu não sei manipular vídeo, então peço aí pra equipe bloguera que se anime a divulgar esse material tão divertido.
Peço que não deletem mais postagens, pois a curiosidade sobre o conteúdo delas é de matar. O que foi deletado talvez seja um colírio em tempos de blogs desenfreadamente individuais e atentos a deslizes gramaticais de norma culta, mesmo que censores e censuradores existam aos milhares.

Véu disse...

Primeiramente, gostaria de agradecer o espaço na mesa de debates, a boa recepção da Ieda e do João, a todos os envolvidos na correria de bastidores, à bagunça da palhaceata, ao Esio Magalhães e ao Chaco, professores de palhaçaria em tempo integral e, principalmente ao Coletivo da Roça, maracatuzeiros, rockeiros e naturologos que tão alegremente me acolheram no municipio de Palhoças. Tão linda a Pedra Branca com o barulho dos sapos que a internet não tem vez por lá...

Espero não ter atrapalhado sua concentração com o debate, mas acho que foi akele bazeadinho performático que fez o pessoal da segunda mesa ralentar o andamento...de qualquer maneira
teria sido um bom espaço, boas cabeças ali estavam reunidas, inclusive outros comediantes de stand up e "performers" .
Um seminário, academico por definição, mas regado a boas risadas e vislumbres de criatividade.Olha o alegre-saber aí gente!
Sobre pedir emprego a vendido, acho que na ocasião minha proposta não ficou clara...a idéia não era trabalhar para ninguém. O atelier teatral Véu oferece metodologias de estudo para grupos de pesquisa teatral, filosófica e circense e, em parceria com diversos espaços culturais negocia-se uma % da taxa de adezão solicitada aos participantes para custear aluguel e a estrutura de funcionamento.a proposta vale pro atelie do riso assim como pra qualquer outro espaço cultural, mas sem esse lance de patrão,só locador e locatário, a sugestão é só uma partilha de espaço para pipocar mais grupos de estudo.

É uma honra ter sua permissão para postar comentário, .

Acho que o que está virtualmente acontecendo é uma grande necessidade de debate justamente para que os palhaços e a possibilidade do riso inesperado e repentino sejam levados a sério.
A crítica que vimos crescer entre
diversos colaboradores do Véu, eu e Clarissa inclusos, é no sentido profissional e devido a uma incoerencia de termos proferidos sobre seu trabalho e que entram em choque com aquela boa fatia do seu curriculo que publicou. Me parece que seu trabalho é sim fundamentado num engajamento, numa idéia de sociedade e carregado de ideologias em que a palavra liberdade toma sentidos diversos aqui e ali. Escolheremos sempre nossos "alvos" (já que te agrada o vocabulário belicoso) assim que decidirmos comunicar. Ao meu ver, qualquer escolha impõe potencialidades, impõe força e nos empurra à não liberdade do instante, no qual somos obrigados a estar uma coisa só de cada vez.
Por isso, a escolha explicita, seja na arte engajada politicamente, ecologicamente, em questões de minorias, de maiorias, tribos, festejos temáticos (como o anjos do picadeiro), ao contrário da possibilidade de enfraquecimento que você coloca em seu texto, vejo muito mais força, potencia, exercicio de poder do que na arte pela arte, do que nessa mania de fazer merda pra adubar a vida. Melhor cagar na mão e jogar na cara de alguém do que ficar empuleirado no muro pra ver se acerta quem passa. Mas melhor ainda é preparar o terreno, escolher as sementes e colher o que se gosta!mas para isso, é preciso escolher com seriedade, levar a sério ao menos a escuta e a atenção típicas dos bons palhaços, olhos arregalados e sensibilidade para com a condição do outro. Não queremos palhaços que gritem seu nome, seus prazeres, angustias e anseios...mas o palhaço que resignifique a sensação do humano, o palhaço que não sabemos a idade, não sabemos de onde veio, mas que nos vê como velhos amigos e traduz em sua ação o aterrador e delicioso mundo de SER e estar aqui.
Hoje ontem e amanhã encontram-se vinculados a noção de tempo e memória.

Véu disse...

Felizes as vacas no pasto que só vivem agora e que, perguntadas sobre a felicidade de pastar se calam, afinal já esqueceram a pergunta.
Tristes os homens que carregam a ancestralidade e a preocupação de serem ancestrais um dia. Tristes até que riem de sua miséria e, engajados, tomam seu corpo como instrumento de dedilhar e se fazem cocegas. A seriedade, meu caro, só precede o riso. e como é tempestuosa a calmaria!
Já que lhe agrada o alemão,
"é belo calar-se junto.
Mais belo é rir junto.
Se eu fizer o bem, calaremos.
Se eu fizer mal, riremos."
(F.Nietzsche)

Acreditando que agora, depois de um festival de alfinetadas e ironia com tom de "start", atingimos o nivel saudável da discussão e espero que a palavra final não seja minha nem sua, mas que mais e mais pessoas possam publicar postagens afim de aprofundar as questões serias e urgentes sobre o riso e que mais pudores sejam sacrificados para que esse riso torne-se assustador aos ouvidos de quem se sente livre por agredir a liberdade do outro.
A liberdade deve restringir-se ao campo estético, onde as agressões são às ideias (miremos nas ideias dominantes!). Já para a vida de artista, não pedimos liberdade, mas só a boa e velha igualdade.

Um forte abraço, desculpe se a entrada foi dura, mas o negócio tá de pé, só aguardando uma posição sua!Só pra quebrar o clima, não vai gamar hein?

e viva o piolim! e viva o anjos do picadeiro! viva tu, viva tudo e viva o blog cabiludo!

PARA MAIS FOTOS E BLOGAGENS SEM CENSURA VISITE: www.veuatelierteatral.blogspot.com

ou escreva para fravimlouzas@hotmail.com

Riso e alegria sempre.
Seriedade, de vez em quando.

Grato e esperançoso
Flávio LouZas Rocha
VÉU atelier teatral